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Direito ao Apoio Integral para Pessoas Autistas

Seu plano de saúde negou cobertura para terapias e intervenções para autismo? Busque orientação jurídica especializada.

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Martelo de juiz

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Um direito assegurado por lei!

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer acompanhamento multidisciplinar e abrangente. Muitas famílias enfrentam negativas de cobertura por parte dos planos de saúde para intervenções essenciais como fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, equoterapia, terapia ABA, intervenções comportamentais e atendimento psicológico, o que pode prejudicar o desenvolvimento e a qualidade de vida das pessoas autistas.

A legislação brasileira oferece amparo legal para estas situações. A Lei 12.764/2012 (Lei Berenice Piana) estabelece como diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA a “atenção integral às necessidades de saúde” (Art. 2º, III) e assegura o “diagnóstico precoce e atendimento multiprofissional” (Art. 3º, III, “a” e “b”).

Em reforço a esses direitos, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) determinou, por meio da Resolução Normativa 539/2022, a cobertura obrigatória de qualquer método ou técnica indicados pelo médico assistente para o acompanhamento de pessoas com TEA.

Além disso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem se posicionado consistentemente sobre a obrigatoriedade de cobertura das intervenções prescritas às pessoas autistas, conforme pode ser observado em diversos julgados recentes.

Justiça segurando balança

POSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO POR DANOS MORAIS

Além da cobertura das intervenções terapêuticas, é importante ressaltar que a abusividade na negativa de cobertura pode caracterizar violação a direito da personalidade. Conforme evidenciado em casos julgados pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, o atraso do atendimento necessário em detrimento da pessoa autista pode configurar dano moral passível de indenização.

Este entendimento reconhece não apenas o direito ao acompanhamento adequado, mas também o impacto emocional e psicológico que a negativa de cobertura pode causar às famílias que já enfrentam desafios significativos no apoio a seus entes queridos autistas.

Você está com dúvidas sobre seus direitos ou teve alguma intervenção ou terapia para autismo negada pelo plano de saúde?

Nesses casos, é fundamental contar com o auxílio de um advogado dedicado ao direito da saúde. A realidade de cada família demanda uma estratégia jurídica personalizada, fundamentada na análise minuciosa dos laudos médicos, das negativas do plano de saúde e das necessidades específicas da pessoa autista. Por isso, é essencial contar com um advogado com conhecimento sobre a legislação do TEA, capaz de construir argumentos sólidos e embasados para garantir seus direitos.

Entre em contato com nossa equipe e tenha um plano de ação personalizado para mapear todos os seus direitos e buscar o acesso integral às terapias e intervenções devidas por lei, bem como a possibilidade de indenização por danos morais decorrentes da negativa indevida.